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Polícia acredita que contador e empresário de Xinguara não esteja mais vivo

Conforme o delegado Max Muller, o material encontrado na residência já fora encaminhado para perícia na cidade de Marabá. Da mesma forma o carro de Victor um Jeep Renegade de placa OIA-1F38.

Em conversa exclusiva com nossa reportagem, o delegado Max Muller, responsável pela investigação informou que a Polícia intensifica as investigações para localizar o corpo da vítima.

“Não tempos dúvida do envolvimento do casal Wanderson Silva Sousa de 28 anos, e Gigliolla Sena de 30 anos, nesse crime, mas ambos ainda serão interrogados, pois nesse momento nossa prioridade é saber onde está o corpo do contador”, explicou o delegado.

A Polícia Civil de Xinguara, no sul do Pará, segue as investigações para elucidar o desaparecimento do contador e empresário Victor Augusto da Rocha Arnaud, 53. O empresário foi visto pela última vez em Xinguara no dia 31 de outubro, junto com seus algozes, no trevo da Avenida Xingu.

Nesta quarta-feira (12), o Regional360 esteve na Delegacia de Polícia Civil em busca de novidades sobre o caso. Em conversa exclusiva com nossa reportagem, o delegado Max Muller, responsável pela investigação informou que a Polícia intensifica as investigações para localizar o corpo da vítima.

“Não tempos dúvida do envolvimento do casal Wanderson Silva Sousa de 28 anos, e Gigliolla Sena de 30 anos, nesse crime, mas ambos ainda serão interrogados, pois nesse momento nossa prioridade é saber onde está o corpo do contador”, explicou o delegado.

Nesta quarta-feira (12), o Regional360 esteve na Delegacia de Polícia Civil em busca de novidades sobre o caso.

Alvo de um mandado de prisão temporária, o casal segue preso sob suspeita de latrocínio (roubo seguido de morte).
O fato de o carro da vítima ter sido encontrado em poder de Wanderson e Gigliolla leva a polícia a acreditar que eles tenham ajudado a planejar o crime.

A equipe de investigação já recolheu câmeras de segurança desde o trevo da Avenida Xingu para seguir os últimos passos da vítima e acusados até a residência do contador, no bairro Marajoara II, local onde foram detectados vestígios de violência, com muito sangue em lençóis e também no colchão.

Alvo de um mandado de prisão temporária, o casal segue preso sob suspeita de latrocínio (roubo seguido de morte).

Conforme o delegado Max Muller, o material encontrado na residência já fora encaminhado para perícia na cidade de Marabá. Da mesma forma o carro de Victor um Jeep Renegade de placa OIA-1F38.

Enquanto isso, o casal é mantido em cadeias maranhenses, sendo que Wanderson está preso na cidade de Porto Franco e Gigliolla na cidade de Carolina, aguardando autorização para interrogatório final. De acordo com a polícia, após a comprovação de culpabilidade nesse crime, o casal será enviado para o presídio na cidade de Marabá onde ficará à disposição da justiça. (A Notícia Portal com informações do Regional 360)

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