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Atividade cacaueira gera mais de 400 mil empregos no Pará

Além dos postos de ocupações que o segmento proporciona, a cadeia registra quase 33 mil produtores. De acordo com a Sedap, em média, mil novos cacauicultores passam a integrar a cadeia produtiva ao ano

A produção de cacau continua sendo uma das maiores forças da economia rural paraense. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, a cadeia do cacau gerou, só no ano passado, mais de 400 mil empregos, entre diretos e indiretos.

Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, a cadeia do cacau gerou, só no ano passado, mais de 400 mil empregos, entre diretos e indiretos.

Em todo o Estado, foram 320 mil empregos diretos na lavoura e na quebra da casca do fruto, além de 80 mil indiretos, em setores como comércio de adubos, irrigação e transporte. Hoje, o Pará conta com quase 33 mil produtores de cacau, e a cada ano cerca de mil novos agricultores passam a integrar a cadeia produtiva.

Hoje, o Pará conta com quase 33 mil produtores de cacau, e a cada ano cerca de mil novos agricultores passam a integrar a cadeia produtiva.

Na região da Transamazônica, municípios como Altamira e Medicilândia se destacam como polos de produção. É o caso de trabalhadoras como Carmen Souza, que sobrevive da quebra do cacau, e de produtores como Moisés Covre, que mantém 25 mil pés em sistema agroflorestal, junto com açaí.

Em todo o Estado, foram 320 mil empregos diretos na lavoura e na quebra da casca do fruto, além de 80 mil indiretos, em setores como comércio de adubos, irrigação e transporte.

O cacau do Pará também chama atenção pela qualidade. Segundo a Ceplac, 85% da produção estadual vem da Transamazônica, onde as sementes híbridas garantem mais produtividade e características valorizadas pela indústria de chocolate. Com o preço do cacau entre 40 e 45 reais o quilo, o setor cresce a cada ano, gerando renda, ocupação produtiva e novas oportunidades para milhares de famílias no campo. (A Notícia Portal com informações de Rose Barbosa (SEDAP)/ Fotos de Pedro Guerreiro Agência Pará)

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