
A Secretaria de Saúde do Estado do Pará realiza, nesta quinta e sexta-feira, uma grande oficina para avaliar os impactos da seca e da estiagem que atingiram o estado no ano passado. O encontro acontece em Belém e reúne autoridades da saúde pública, defesa civil, assistência social e também representantes do Ministério da Saúde.
A iniciativa faz parte de uma ação integrada entre os estados do Pará, Acre e Amazonas, e tem como objetivo entender o que funcionou e o que precisa melhorar na resposta às emergências climáticas.

Municípios do sul e sudoeste do Pará, como São Félix do Xingu, Altamira, Itaituba, Novo Progresso e Prainha, estão entre os mais atingidos. Nessas cidades, o período seco agravou doenças respiratórias, aumentou casos de diarreia e dificultou o acesso a serviços de saúde, especialmente em áreas ribeirinhas e indígenas.

Durante a oficina, os técnicos da saúde discutem como a atenção básica pode agir mais rápido em situações como essa, acolhendo os mais vulneráveis, como idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas.
De acordo com o Ministério da Saúde, a frequência de eventos extremos, como seca e calor excessivo, está aumentando, e por isso os estados precisam estar preparados. A diretora técnica da Sespa, Carla Figueredo, destacou que o governo do Pará está comprometido com a criação de estratégias que protejam a saúde da população frente às mudanças climáticas.

O evento segue até amanhã com debates e propostas para montar um plano estadual de resposta a emergências ambientais. (A Notícia Portal com informações de Giullianne Dias (SESPA)/ Fotos de José Pantoja Agência Pará)

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