
A falta de deliberação da Câmara Municipal de Ourilândia do Norte sobre o projeto de lei que cria mais de 180 cargos públicos para a operação da usina de asfalto e execução de obras urbanas está gerando preocupação e revolta entre moradores da cidade.
O projeto foi encaminhado pelo Executivo com pedido de urgência no início do mês de junho, e na ocasião Apenas dois vereadores votaram a favor da tramitação em caráter de urgência: Fabrício Pouca Sombra (PL) e Euder Leite (PL).mas, passados mais de 40 dias de tramitação nas comissões, ainda não foi colocado em votação. Caso permaneça “engavetado”, a paralisação parcial das obras de pavimentação urbana pode se tornar uma realidade nos próximos dias.

A proposta prevê a contratação de aproximadamente 200 servidores, entre comissionados e efetivos, para atuarem diretamente no asfaltamento de ruas, fabricação de meios-fios e construção de calçadas. Os salários variam entre R$ 1.518,00 e R$ 4.202,83.
De acordo com o prefeito Dr. Júlio Dairel (MDB), a medida é essencial para garantir a continuidade do trabalho da usina de asfalto, que está em pleno funcionamento com recursos próprios da prefeitura. O município prevê a pavimentação de 50 km de vias urbanas, mas a falta de pessoal técnico ameaça atrasar ou até paralisar parte das obras.
O Executivo também destaca que o projeto respeita os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal e representa uma oportunidade de geração de empregos locais. Ainda assim, a demora na apreciação do pedido de urgência por parte dos vereadores tem gerado forte insatisfação popular.

Moradores cobram da Câmara uma resposta rápida para destravar o projeto e permitir que a prefeitura realize as contratações necessárias, evitando prejuízos às obras e garantindo mais infraestrutura para a cidade. (A Notícia Portal com informações de Juscelino Show na Net/ Foto: Fato Regional)

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