São Felix do Xingu

Perícia ambiental usa tecnologia de ponta para monitorar desmatamento em São Félix do Xingu

O núcleo conta com profissionais de diversas áreas do conhecimento ligadas ao meio ambiente, como engenheiros agrônomos, florestais, químicos, sanitaristas, além de veterinários e geólogos.

O município de São Félix do Xingu ocupa um lugar estratégico no combate aos crimes ambientais no Pará, graças à atuação do Núcleo de Crimes Ambientais (NCA) da Polícia Científica do Estado (PCEPA). A base fixa instalada no município fortalece as ações de fiscalização e garante mais agilidade na produção de provas periciais que sustentam investigações e operações policiais na região.

Com 24 anos de trabalho especializado, o NCA é composto por 14 peritos criminais de formações diversas engenheiros agrônomos, florestais, químicos, sanitaristas, veterinários e geólogos que atuam na apuração de crimes como desmatamento, queimadas ilegais, extração mineral clandestina e maus-tratos a animais.

O núcleo conta com profissionais de diversas áreas do conhecimento ligadas ao meio ambiente, como engenheiros agrônomos, florestais, químicos, sanitaristas, além de veterinários e geólogos.

“São Félix do Xingu, por sua extensão territorial e importância para a Amazônia, é prioridade nas operações ambientais. Nossa base fixa no município garante presença constante da perícia para atender às demandas locais”, destaca o gerente do NCA, perito criminal Enaldo Ferreira.

Além de São Félix do Xingu, os trabalhos também contam com bases em Uruará e Novo Progresso, integrando as operações Amazônia Viva e Curupira, promovidas pelo Sistema Estadual de Segurança Pública (Sieds) e pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas). Na Amazônia Viva, os peritos agem a partir de alertas de desmatamento detectados por satélite. Já a operação Curupira foca no combate a crimes dentro de Áreas de Proteção Ambiental (APAs).

O núcleo conta com profissionais de diversas áreas do conhecimento ligadas ao meio ambiente, como engenheiros agrônomos, florestais, químicos, sanitaristas, além de veterinários e geólogos.

Entre as perícias mais comuns realizadas em São Félix do Xingu e em outras regiões estão a constatação de áreas desmatadas, a medição de madeira extraída ilegalmente, a análise de equipamentos utilizados em crimes ambientais e a investigação de casos de crueldade contra animais. Para os maus-tratos, a Polícia Científica mantém plantão com médicos veterinários que trabalham em conjunto com a Divisão Especializada em Meio Ambiente e Proteção Animal (Demapa) da Polícia Civil.

O núcleo conta com profissionais de diversas áreas do conhecimento ligadas ao meio ambiente, como engenheiros agrônomos, florestais, químicos, sanitaristas, além de veterinários e geólogos.

O trabalho de campo é apoiado por tecnologias como drones, softwares forenses e imagens de satélite, que garantem maior precisão nos laudos periciais. Recentemente, dois peritos do NCA apresentaram um estudo de caso no 3º Encontro Nacional de Usuários da RedeMais, em Brasília, detalhando como as imagens de alta resolução, fornecidas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, ajudam a embasar as perícias.

“A utilização dessas tecnologias permite monitorar o avanço do desmatamento em São Félix do Xingu e em toda a região, gerando relatórios precisos que embasam ações policiais e processos judiciais”, explica Enaldo Ferreira.

O núcleo conta com profissionais de diversas áreas do conhecimento ligadas ao meio ambiente, como engenheiros agrônomos, florestais, químicos, sanitaristas, além de veterinários e geólogos.

Para o diretor-geral da Polícia Científica do Pará, perito criminal Celso Mascarenhas, o fortalecimento das bases no interior, como em São Félix do Xingu, é essencial para proteger a floresta e apoiar as políticas ambientais do estado. “A Polícia Científica é o braço técnico que transforma os indícios em provas materiais, garantindo a responsabilização dos infratores e a preservação da Amazônia”, afirma Mascarenhas. (A Notícia Portal com informações de Monique Leão/ Fotos: Divulgação Agência Pará)

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