Pará

Pará é um dos estados que receberá investimentos para escolas indígenas no Novo PAC

ESPECIFICIDADES CULTURAIS – Diferente das construções convencionais, os projetos escolares do Novo PAC foram desenhados para se adaptar à realidade de cada comunidade, considerando logística de transporte, clima, custos regionais, entre outros. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) disponibilizou modelos de duas e cinco salas de aula, definidos conforme o número de alunos e a capacidade de atendimento da comunidade.

Os investimentos do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), no eixo Educação, Ciência e Tecnologia, preveem a construção de 117 escolas indígenas em todo o país. O Pará está entre as unidades federativas contempladas, com sete unidades previstas, para atender a demanda de comunidades tradicionais que vivem no estado. Ao todo, o programa irá contemplar 17 estados, incluindo outros na região Norte.

As obras são executadas em parceria entre a União e os estados, com unidades definidas pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), do Ministério da Educação (MEC), em articulação com os entes federativos. A seleção seguiu critérios técnicos, territoriais e populacionais.

Conforme divulgado pelo Governo Federal, os projetos escolares do Novo PAC foram planejados para atender às especificidades de cada comunidade, considerando logística, clima e custos regionais. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) disponibilizou modelos de escolas com duas ou cinco salas de aula, definidos conforme o número de alunos e a capacidade de atendimento local.

As obras são executadas em parceria entre a União e os estados, com unidades definidas pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), do Ministério da Educação (MEC), em articulação com os entes federativos. A seleção seguiu critérios técnicos, territoriais e populacionais.

A escolha dos estados e do volume de obras teve como base o mapeamento de vazios assistenciais, priorizando comunidades onde o ensino ainda ocorre em espaços improvisados. Como diretriz, foram adotados os Territórios Etnoeducacionais (TEEs), que respeitam a organização sociocultural e territorial dos povos indígenas, superando a lógica das fronteiras estaduais.

Também foram considerados indicadores de vulnerabilidade socioeconômica e pressão demográfica, para garantir que os investimentos cheguem às regiões com maior demanda educacional e carência de infraestrutura.

O programa também contemplará a expansão e a consolidação da rede federal de educação profissional e tecnológica, através da dos Institutos Federais (IFs). Na frente de expansão, foram incluídos cinco novos campi: Santa Maria (IF Farroupilha), Ponta Grossa (IFPR), Luzilândia (IFPI), São Paulo–Jaçanã (IFSP) e Triunfo (IFSul).

Na etapa de consolidação, o programa destina recursos a unidades já existentes para ampliar e qualificar a infraestrutura. As ações incluem a construção de salas de aula e estruturas acadêmicas em Divinópolis (Cefet-MG), a biblioteca do Campus Governador Valadares (IFMG), a compra de equipamentos e mobiliários para o Campus Presidente Prudente (IFSP), novas estruturas acadêmicas e administrativas em Diamantino (IFMT) e a implantação de um complexo esportivo no Campus Açailândia (IFMA).

Veja a distribuição das escolas por estado:

  • Acre (2)
  • Alagoas (1)
  • Amazonas (25)
  • Amapá (17)
  • Bahia (4)
  • Ceará (2)
  • Maranhão (11)
  • Mato Grosso do Sul (6)
  • Mato Grosso (10)
  • Pará (7)
  • Pernambuco (1)
  • Rio Grande do Sul (1)
  • Roraima (22)
  • São Paulo (1)
  • Minas Gerais (1)
  • Rondônia (3)
  • Tocantins (3)

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