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Cinco policiais militares são presos acusados de chacina na divisa do Amapá com o Pará

Informação foi repassada nesta terça-feira (12), pela Delegacia Geral de Polícia Civil do Amapá.

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Os corpos foram encontrados em pontos distintos da mata e do rio Jari. Duas caminhonetes usadas pelo grupo foram incendiadas.

Polícia Civil do Amapá prendeu cinco policiais militares e um guarda civil municipal por suspeita de envolvimento na morte de 8 garimpeiros na divisa do Amapá com o Pará. A informação foi repassada nesta terça-feira (12), em entrevista durante entrevista coletiva em Macapá.

Sobre o caso

Um grupo de nove garimpeiros foi atacado enquanto negociava terras em área de garimpo ilegal na divisa com o Pará. Oito morreram e um foi resgatado com vida. A polícia acredita que eles foram confundidos com assaltantes que atuaram na região dias antes.

Um grupo de nove garimpeiros foi atacado enquanto negociava terras em área de garimpo ilegal na divisa com o Pará.

As informações preliminares apontam que um grupo de assaltantes estava agindo na região para roubar ouro, o que teria provocado a reação dos suspeitos da chacina, que não tiveram os nomes divulgados pela polícia.

Os corpos foram encontrados em pontos distintos da mata e do rio Jari. Duas caminhonetes usadas pelo grupo foram incendiadas. A investigação está sob sigilo, com suspeitos já identificados, mas sem prisões até o momento.

Os corpos foram encontrados em pontos distintos da mata e do rio Jari. Duas caminhonetes usadas pelo grupo foram incendiadas.

As vítimas foram identificadas como:

1. Antônio Paulo da Silva Santos, conhecido como “Toninho” – 61 anos, natural de Cedro – MA.

2. Dhony Dalton Clotilde Neres, conhecido como “Bofinho” – 35 anos, natural de Itaituba – PA. Era garimpeiro e praticava a atividade legalmente no município de Calçoene;

3. Elison Pereira de Aquino, conhecido como “Dinho” – 23 anos, natural de Laranjal do Jari – AP, atuava com transporte de combustível para o garimpo. Vítima deixou a esposa grávida. Corpo foi velado e sepultado no sul do Amapá;

4. Gustavo Gomes Pereira, conhecido como “Gustavinho” – 30 anos, natural de Ourilândia do Norte – PA. Segundo informações, morava em um condomínio em Macapá, era casado e pai de um bebê de 1 ano. Ele estaria no local como visitante e não possuía vínculo com atividades no garimpo;

5. Janio Carvalho de Castro, conhecido como “Jane”, natural de Bom Jesus do Tocantins – PA. Era garimpeiro e praticava a atividade legalmente no município de Calçoene;

6. José Nilson de Moura, conhecido como “Zé doido” – 38 anos, natural de Lagoa da Pedra – MA;

7. Luciclei Caldas Duarte, conhecido como “Tripa” – 39 anos, natural de Laranjal do Jari – AP. Era piloto da voadeira utilizada pelo grupo;

8. Paulo Felipe Galvão Dias, 30 anos, natural de Capitão Poço – PA. (A Notícia Portal com informações de Josi Paixão/ Fotos Rafael Aleixo/ G1 Amapá)

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