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Voos internacionais são suspensos na Venezuela após alerta militar

Companhias aéreas interrompem operações após FAA apontar risco em espaço aéreo venezuelano

Reforço militar e tensão política: O governo venezuelano, liderado por Nicolás Maduro, reforçou a defesa aérea ao redor do aeroporto de Maiquetía, principal porta de entrada de Caracas, localizado diante do mar do Caribe e próximo a uma montanha que protege a capital.

Ao menos seis voos internacionais para a Venezuela foram cancelados depois que a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) emitiu um alerta sobre riscos no espaço aéreo do país sulamericano.

O comunicado citou o “agravamento da situação de segurança e aumento da atividade militar” como motivo para cautela, levando empresas como Avianca, Gol, TAP Air Portugal, Iberia e Latam a suspender temporariamente as operações.

No sábado (22), Avianca, Gol e TAP anunciaram a interrupção de voos partindo de Caracas. A Iberia, que realiza cinco frequências semanais entre Maiquetía e Espanha, também suspendeu as operações a partir desta segunda-feira (24) e informou que continuará avaliando quando poderá retomar os voos.

A Latam Airlines cancelou voos previstos para 23 e 24 de novembro na rota Bogotá-Caracas-Bogotá, oferecendo alternativas para passageiros afetados.

A agência americana destacou que as ameaças podem afetar aeronaves em todas as fases do voo, incluindo sobrevoos, decolagens, pousos e até mesmo aeronaves em solo. Segundo a FAA, a situação torna o espaço aéreo venezuelano “potencialmente perigoso” para companhias aéreas internacionais.

Oficialmente, a operação visa combater o narcotráfico, mas ataques a embarcações suspeitas de transportar drogas já resultaram na morte de dezenas de pessoas, sendo considerados “execuções extrajudiciais” por críticos, já que não houve detenção formal ou processamento dos envolvidos.

O alerta surge após meses de aumento da presença militar dos Estados Unidos na região, envolvendo o porta-aviões Gerald Ford, destróieres, submarinos, navios anfíbios, caças F-35, helicópteros, aviões espiões e milhares de soldados.

Oficialmente, a operação visa combater o narcotráfico, mas ataques a embarcações suspeitas de transportar drogas já resultaram na morte de dezenas de pessoas, sendo considerados “execuções extrajudiciais” por críticos, já que não houve detenção formal ou processamento dos envolvidos.

Reforço militar e tensão política: O governo venezuelano, liderado por Nicolás Maduro, reforçou a defesa aérea ao redor do aeroporto de Maiquetía, principal porta de entrada de Caracas, localizado diante do mar do Caribe e próximo a uma montanha que protege a capital.

Especialistas apontam que o desdobramento militar dos EUA pode indicar uma tentativa de mudança de regime, embora a Casa Branca mantenha sinais contraditórios sobre as intenções. Enquanto isso, a tensão entre os dois países segue aumentando e as companhias aéreas continuam avaliando os riscos antes de retomar os voos. (A Notícia Portal com informações de Julia Marques/ Fotos: Reprodução)

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