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Três anos depois da morte de missionária Francisca e a amiga Joanice, caso ainda aguarda solução

Acusados presos entrando no camburão em dezembro de 2017/ Foto: Jornal A Notícia.

Os assassinatos da missionária Francisca de Sousa Vás e a amiga Joanice Oliveira de Jesus completam hoje, quinta-feira (10), três anos, sem que a justiça tenha concluído o caso. As duas foram mortas na noite do dia 9 para o dia 10 de dezembro de 2017, em uma casa na Rua Paulo Quartins Barbosa, Setor Serrinha, em Redenção, Pará.

Cinco acusados estão presos desde o ocorrido. O réu confesso Ricardo Pereira da Silva se encontra preso em Belém; Jean Altamir e Wesley Costa estão presos em Redenção; Aline Lázara, filha da missionária e esposa de Jean, e Euzilene Alves, esposa de Wesley, estão presas em Marabá.

Até hoje, no entanto, o que realmente ocorreu na noite deste crime bárbaro segue sendo um mistério que divide a opinião pública. As provas de que a população possui conhecimento apontam para Ricardo, que confessou o crime com detalhes, mas os outros quatro acusados de participar dos assassinatos afirmam inocência.

Já houve nos autos o “pronunciamento”, isto é decisão de que o caso será julgado por um Tribunal do Júri. Após isso, contudo, os réus substituíram a defesa e os novos advogados requereram a reformulação da decisão e que haja a absolvição sumária dos acusados, exceto de Ricardo.

Desse modo, os autos ainda subirão ao Tribunal de Justiça em Belém, onde aguardarão a decisão da 2ª instância. Caso o TJ não acolha o pedido da defesa, haverá o júri popular.

Enquanto aguarda-se a sentença que declarará culpados ou inocentes, os cinco acusados seguem presos e o caso segue com muitos mistérios intrigantes. (Da redação)

Veja entrevista com acusados aqui.

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