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DOMINGUINHOS DO ESTÁCIO MORRE AOS 79 ANOS NO RIO DE JANEIRO

O sambista estava internado desde o dia 11 de maio, após sofrer uma hemorragia cerebral.

Cantor morreu no último domingo (30). | Divulgação

“Oh, Virgem Santa, rogai por nós, rogai por nós oh Virgem Santa, pois precisamos de paz!” Talvez você tenha lido esta frase inicial ouvindo o samba-enredo da Viradouro que foi eternizado na voz do sambista Dominguinhos e até hoje faz bastante sucesso em Belém, por homenagear o Círio de Nazaré.

A confirmação do óbito, que ocorreu neste domingo (30), veio através das redes sociais.

“Que Nossa Senhora de Nazaré o receba de braços abertos. Desejamos nossos pêsames a todos os amigos e familiares”, diz a nota de pesar na página oficial do artista no Instagram.

O sambista estava internado desde o dia 11 de maio em decorrência de uma hemorragia cerebral.

Dominguinhos era cantor e compositor, ele interpretou canções premiadas no Carnaval. Entre elas,  “Liberdade, liberdade, abra as asas sobre nós!”, samba-enredo da Imperatriz Leopoldinense em 1989, que recebeu nota 10 em todos os quesitos naquele ano.

CARNAVAL DE BELÉM

Dominguinhos do Estácio sempre foi figura presente e fundamental para os tempos áureos do carnaval de Belém na década de 1980 quando era o segundo do Brasil.

Intérprete oficial da escola de samba Rancho Não Posso Me Amofiná, Dominguinhos participou de momentos memoráveis da agremiação como o Jubileu de Ouro, que cantou os 50 anos da primeira escola do Pará.

No período carnavalesco o “puxador”, como eram chamados os intérpretes antigamente, se desdobrava entre os trabalhos no Rio de Janeiro e Belém.

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