Xinguara

XINGUARA: Davi Passos tem contas reprovadas e está fora da disputa ao executivo municipal

Na manhã desta terça feita (4) os vereadores de Xinguara se reuniram em seção ordinária para julgar as contas do ex-prefeito Davi Passos (PT), referente aos anos de 2010 e 2011; ambas com parecer do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) indicando a reprovação. Na primeira votação, os vereadores reprovaram as contas de Davi, referente a 2010.

Seção ordinária julga as contas do ex-prefeito Davi Passos (PT).

Mesmo diante do parecer do TCM indicando a reprovação, a Comissão de Finanças e Orçamento, através dos vereadores Leandro Gomes e Raimundo Amâncio – elaboraram relatório aprovando as contas de Davi. Hoje o relatório foi votado e precisava de nove votos para ser aprovado, no entanto apenas seis parlamentares votaram a favor e as contas de Davi Passos foram reprovadas.

QUEM: Os vereadores Olair Reis(PSB), Vilmar Dular (PSD), Edelton Régio (PDT), Aldair Marinho (PDT), Dorismar Altino ‘Dito do Cimena’ (PSDB) e Leandro Gomes (PSDB), votaram pela aprovação das contas.  Já os vereadores: Amilton Cunha ‘Manga’ (PSC), Cleomar da Vale (PSC), Jaques Salvelina ‘Jacó’ (PP), Ebia Costa (PSB), José Rosa ‘Zeca’(PSD) e Raimundo da Serraria – votaram obedecendo ao parecer técnico do TCM e reprovaram as referidas contas. O vereador Roberto da Yamaha (PL) se absteve.
Até o fechamento desta edição, ainda se encontravam reunidos dando início ao julgamento das contas referentes a 2011. Tudo indica que a votação terá o mesmo placar, assim confirmando que Davi Passos estará fora da disputa que vai eleger o novo prefeito de Xinguara em outubro.
Davi Passos foi prefeito de Xinguara no período de 2005 a 2012 e era cotado como um nome em potencial para disputar a eleição deste ano. O vereador Leandro Gomes (PSDB), presidente da Comissão de Finanças e Orçamento e também relator nomeado para analisar as contas, disse que, consta nos autos que em 2010 e 2011 a gestão do então prefeito Davi, autorizou quase R$ 6 milhões em compras sem licitações. E ainda gastou com o funcionalismo acima do valor permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

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